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As implicações da revolução agrícola

โดย : symone    

ผู้แต่ง : Ricardo Maranhão e Maria Antunes

Durante o período conhecido como paleolítico foi crescendo a necessidade do homem viver em grupo. Em grupo, eles

podiam caçar, pescar, defefender-se das feras e aprender com a tro­ca de experiências. Afim de garantir-lhes a sobrevivência dividiam os alimentos em quantidades iguais para todos.


Os integrantes das comunidades primiti­vas não se preocupavam em acumular ou guar­dar alimentos e bens só para si, individualmente, com exceção, talvez, de pequenos objetos e en­feites de uso pessoal. Tudo era de uso e proprie­dade comum. A divisão do trabalho era restrita, ou seja, era uma divisão baseado no sexo ou divisão sexual do trabalho: — só havia alguma diferen­ça entre a atividade dos homens, predominantemente a caça, e a das mulheres, voltada para a coleta e o cuidado com os filhos.


As demais atividades eram distribuí­das mais ou menos de forma igual para todos. Eles  fabricavam instrumentos de pedra, construíam cabanas e faziam roupas. Neste período, eles vivam com nômades, ou seja, migravam de uma região para outra quando a alimentação escasseava.


O elemento essencial da cultura neolítica, que teria ocorrido a partir de 8000 a.C., em lugares como o Oriente Médio foi o avanço dos equipamentos de trabalho. Ou seja, os homens passarem a produzir um tipo de machado bem mais potente do que a pedra lascada usada pelos grupos anteriores, bem como outros instru­mentos bastante sofisticados de pedra polida, cri­aram também a agricultura e a domesticação de animais.


 Com crescimento populacional era preciso que os povos se dividissem para procurar novos territórios de caça e coleta. Neste processo, a competição por terras boas cresceu, levando os homens a desenvolver novas estratégias de sobrevivência.


Na crescente Fértil, uma faixa de terra irregular e produtiva que se estende desde o Vale do NiIo, no Egito, até os rios Tigre e Eufrates, no Iraque, passando pelo sul da atual Turquia, havia grande fartura em caça, animais e cereais silvestres, como o trigo e a cevada. Com o tempo, os colhedores começaram a perceber que era mais fácil plantar perto de suas casas e, com isso, tornar possível a seleção das melhores espécies de cereais, mais produtiveis e fáceis de comer. Além do mais, ao ensinar os animais a trabalhar em atividades sistemáticas e permanentes, como por exemplo, os bois que puxavam os arados, foi possível a grande revolução agrícola.


A agricultura ajudou a por um fim à vida nômades de nossos antepassados e os ajudou a se estabelecerem mais tempo próximo ao lugar onde plantasse. Desta forma não precisariam se mudar quando a alimentação acabasse. O aumento da produtividade das colhei­tas, trabalhadas com melhores técnicas, ajudava ao homem a fixar-se um pouco mais à ter­ra. Assim, por volta do sétimo milénio a.C., ini­ciava-se a vida sedentária, não-nômade, com as famílias presas à terra. Esse novo modo de vida fez com que os agricultores do Neolítico ficassem mais protegidos dos ataques de grandes animais como tigres e leões; puderam ter mais crianças, que an­tes dificultavam os deslocamentos constantes; e passaram a cuidar mais dos velhos, que represen­tavam um fardo na vida nómade. Em seguida começaram a domesticar e a criar animais, além de confeccionar novos objetos (como potes de cerâmica, cestos, ferramentas) e roupas melhores. Estava formada a primitiva al­deia neolítica, com casas mais sólidas, destina­das a durar mais tempo.





ตีพิมพ์เมื่อ: มิถุนายน 22, 2551
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